O processo de levar um novo medicamento do laboratório para a prateleira da farmácia é notoriamente longo, caro e arriscado. Em média, leva mais de uma década e custa bilhões de dólares, com uma taxa de falha de mais de 90%. Mas uma revolução silenciosa, alimentada por algoritmos e poder computacional, está em andamento. Em 2026, a inteligência artificial não será mais uma ferramenta experimental na indústria farmacêutica; será o motor central que acelera a descoberta de medicamentos e inaugura a era da medicina verdadeiramente personalizada.