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  • Siri AI na Prática: Um Assistente Inteligente e Prestativo

    Siri AI na Prática: Um Assistente Inteligente e Prestativo

    O novo Siri AI chegou — e pela primeira vez em anos, a Apple parece estar cumprindo o que prometeu. O WIRED testou a nova versão do assistente de voz, que faz parte do iOS 27 e é alimentado pelo Google Gemini, em um dia inteiro como turista em San Francisco. O resultado: um assistente conversacional, onipresente e genuinamente útil.

    Um Siri completamente diferente

    Esta versão do Siri — conversacional, onipresente e realmente útil — estava atrasada há anos. Na WWDC 2026, a Apple finalmente revelou como o assistente ganharia vida como parte do iOS 27. Agora, o Siri é altamente personalizado com base nas suas mensagens, fotos e e-mails. Ele também entende melhor perguntas e interage com aplicativos. Basicamente, não tem nada a ver com o Siri de antigamente.

    A evolução é marcante até mesmo nesta versão beta. Enquanto antes o Siri era uma experiência limitada e isolada, agora ele está integrado à barra de pesquisa do iPhone e aparece quando você desliza para baixo no meio da tela. Você pode conversar naturalmente ou digitar perguntas de acompanhamento — e todo o histórico fica salvo em um app dedicado.

    Google Gemini é o cérebro por trás do novo Siri

    A parceria da Apple com o Google é o motor principal desta reformulação. O Google Gemini agora alimenta o modelo subjacente do assistente, chamado de Apple Intelligence. O resultado é um Siri mais sintonizado com o que você está procurando, em vez de apenas sugerir links de sites.

    Quando o repórter do WIRED perguntou genericamente “O que devo fazer hoje?”, o Siri vasculhou as mensagens recentes e destacou planos que ele havia começado a discutir com amigos mas nunca finalizou — uma capacidade de personalização que nenhum outro assistente oferece atualmente.

    Privacidade como prioridade

    Na WWDC 2026, a Apple repetidamente enfatizou sua abordagem de preservação de privacidade para o Siri AI. Como parte do Private Cloud Compute, a empresa afirma que não armazena dados dos usuários e só acessa informações quando você faz uma pergunta ao Siri. Usuários que não quiserem participar podem desativar o Siri AI nas configurações.

    Teste de campo: turista por um dia em San Francisco

    O repórter testou o Siri AI em um iPhone 16 Pro Max percorrendo pontos turísticos de San Francisco. Logo na primeira parada, na Golden Gate Bridge, ele abriu o app de câmera e tirou uma foto rápida da trilha — sem fazer nenhuma pergunta. O Siri respondeu automaticamente com um breve histórico do Cypress Tree Tunnel, reconhecendo os ciprestes de Monterey na imagem.

    Ao pedir recomendações de restaurantes para brunch, o Siri mostrou duas opções com avaliações online e direções no mapa para cada uma. Ele destacou um local como melhor para brunch tradicional com atmosfera aconchegante e outro como experiência mais retrô.

    Um dos momentos mais impressionantes: o repórter pediu ao Siri para encontrar fotos da última vez que foi à Costa Rica. O assistente localizou tudo de dois anos atrás e exibiu as imagens no app Siri.

    Automação e integração profunda

    O Siri AI também mostrou habilidades de automação. Quando o repórter pediu para tirar uma selfie, o assistente abriu o app de câmera, fez uma contagem regressiva e capturou a foto com a câmera frontal. Depois, enviou a imagem por mensagem para um contato específico — tudo por comando de voz.

    Mas ainda há arestas a aparar nesta versão beta. Em uma tentativa, o Siri incluiu “com uma” antes do emoji de caveira na mensagem, e em outra usou um emoji de escola. Também sugeriu enviar a mensagem para um contato chamado Adam — que o repórter garantiu não existir.

    Compatibilidade de dispositivos

    Nem todos os iPhones terão acesso completo ao Siri AI:

    • Recursos completos: apenas iPhone Air, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Max
    • Compatível com limitações: todos os modelos iPhone 16 e iPhone 17
    • Compatível (mínimo): iPhone 15 Pro e Pro Max
    • Sem suporte: modelos anteriores

    O assistente também estará disponível em iPads, MacBooks, Apple Watch e até no Vision Pro.

    Um assistente utilitário, não um amigo sintético

    O que mais se destaca no novo Siri é seu tom utilitário e direto. Ele não tenta ser seu amigo sintético nem dizer o que você quer ouvir. É um assistente direto e objetivo, feliz em ajudar mas sem enrolação.

    Ao contrário do app do ChatGPT ou Claude, o Siri AI está integrado diretamente no iPhone, pronto para ir além de responder perguntas e começar a automatizar mais aspectos da experiência do usuário.

    Resta saber se os usuários de iPhone vão quebrar seus padrões atuais de uso e realmente reimaginar seus hábitos diários com o Siri AI quando ele finalmente chegar aos seus bolsos ainda este ano.


    Fonte: WIRED — Siri AI Hands On: A Smart, Helpful Assistant

  • Google Gemini Spark: o agente de IA que acessa sua vida digital e surpreende na organização de eventos

    Durante o evento Google I/O 2026, a gigante de tecnologia apresentou o Gemini Spark, um agente de inteligência artificial (IA) sempre ativo que se conecta diretamente aos dados pessoais do usuário para automatizar tarefas online e facilitar interações diárias. A novidade representa a resposta do Google ao OpenClaw, agente viral que ganhou destaque no início do ano por sua capacidade de gerenciar mensagens e agendas com amplo acesso a informações pessoais.

    Como o Gemini Spark funciona na prática

    Em um teste prático, o jornalista Reece Rogers, da Wired, concedeu ao Gemini Spark acesso irrestrito a seu Gmail, Google Docs e Google Calendar para que o agente planejasse uma festa de aniversário. A partir de um comando simples, o agente explorou automaticamente os e-mails e compromissos para identificar uma reserva real feita pelo usuário em um karaokê, gerando um itinerário detalhado de cinco páginas.

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    • Lista de convidados com até 15 pessoas, número máximo do local;
    • Regras do local;
    • Restaurantes próximos com contatos para reservas;
    • Locais para festa pós-evento;
    • Convites por e-mail e sugestões de temas.

    O planejamento foi elaborado em poucos minutos, sem necessidade de supervisão contínua ou intervenção manual.

    Limitações e peculiaridades do agente

    Apesar da eficiência, o teste revelou alguns aspectos curiosos e limitações do Gemini Spark. Por exemplo, o agente classificou o namorado do jornalista apenas como um “amigo próximo e companheiro frequente”, ignorando o relacionamento afetivo mais íntimo. Além disso, o próprio aniversariante não foi incluído na lista de convidados, evidenciando a falta de “senso comum” do sistema, mesmo com acesso a dados extensos.

    Outro ponto notável foi a seleção exclusiva de bares gays para o pós-festa, baseada em palavras-chave e registros anteriores encontrados nos dados do usuário, sem qualquer inferência sobre identidade pessoal, apenas cruzando informações objetivas presentes em e-mails e documentos.

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    Recursos e funcionalidades adicionais

    O Gemini Spark integra-se ao chatbot Gemini como uma aba dedicada e está disponível para usuários do plano AI Ultra, que custa a partir de US$ 100 mensais. O agente pode ser controlado via dispositivos móveis ou desktop, funcionando tanto em Android quanto iPhone.

    Entre suas capacidades, destacam-se:

    • Criação e gerenciamento de eventos no calendário;
    • Envio automático de e-mails após aprovação do usuário;
    • Navegação remota pela internet para executar tarefas;
    • Agendamento de tarefas recorrentes;
    • Personalização da escrita para imitar o tom de voz do usuário.

    Cuidados e riscos de privacidade

    Google alerta para os riscos inerentes ao uso de agentes de IA com acesso amplo a dados pessoais, especialmente vulnerabilidades a ataques de injeção de comandos maliciosos (prompt injection). Tais ataques podem levar o agente a divulgar informações privadas publicamente, enviar e-mails não autorizados ou expor dados sensíveis armazenados em aplicativos conectados.

    O acesso irrestrito a e-mails e documentos pode resultar em sérios problemas de segurança, o que torna essencial que usuários ponderem cuidadosamente os riscos antes de autorizar o uso do Gemini Spark.

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  • Nova Siri no iOS 27 traz chats com exclusão automática para reforçar privacidade

    Apple aposta na privacidade para reposicionar Siri com iOS 27

    A Apple prepara uma reformulação significativa para a Siri, sua assistente virtual, que será lançada junto ao iOS 27. Segundo informações do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a Siri ganhará uma interface mais próxima de chatbots e, principalmente, a opção de exclusão automática do histórico de conversas, reforçando a reputação da Apple em privacidade.

    Como funcionará a exclusão automática de chats

    O novo recurso permitirá que os usuários escolham por quanto tempo desejam manter o histórico das interações com a Siri. As opções disponíveis serão: manter as conversas por 30 dias, um ano ou indefinidamente. Após o período selecionado, os dados serão apagados automaticamente, evitando o acúmulo de informações pessoais armazenadas.

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    Essa abordagem contrasta com outros assistentes e chatbots do mercado, que costumam oferecer apenas modos temporários, como o modo incógnito, sem opções flexíveis de retenção.

    Quem poderá usar e quando estará disponível

    O recurso será parte do iOS 27, sistema operacional que deve ser disponibilizado para iPhones compatíveis ainda em 2026. Assim, a novidade estará acessível a todos os usuários que atualizarem seus dispositivos para essa versão do sistema.

    Impacto prático para os usuários

    Com a crescente preocupação global sobre privacidade em inteligência artificial, a Apple aposta em um diferencial competitivo ao limitar o tempo que a Siri pode reter dados das conversas. Isso pode tranquilizar usuários que evitam assistentes virtuais por receio do uso indevido de suas informações.

    Além disso, a Siri continuará a operar com restrições mais rígidas em relação à memória e personalização, diferentemente de outros chatbots que utilizam históricos extensos para aprimorar respostas. Essa decisão pode representar uma troca entre conveniência e segurança, reforçando o posicionamento da Apple no mercado de IA.

    Tecnologia por trás da nova Siri

    Apesar da Apple estar substituindo vários componentes internos da Siri pela tecnologia Gemini, da Google, a empresa mantém o foco em preservar a privacidade do usuário, limitando o armazenamento e o uso dos dados coletados durante as interações.

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  • Apple apresenta nova Siri com exclusão automática de conversas e foco em privacidade

    Nova versão da Siri promete reforçar privacidade e experiência de chatbot

    A Apple está prestes a lançar uma reformulação significativa da Siri, sua assistente virtual, com novidades que prometem colocar a privacidade do usuário em primeiro plano. A atualização deve ser apresentada oficialmente durante a Worldwide Developers Conference (WWDC) em junho de 2026, conforme informações divulgadas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg.

    O que muda com a nova Siri?

    Um dos destaques da atualização é o lançamento do primeiro aplicativo independente da Siri, que será alimentado pela tecnologia Google Gemini. A proposta é oferecer uma experiência de chatbot semelhante ao ChatGPT, tornando as interações mais naturais e eficientes.

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    No entanto, diferente de outros assistentes baseados em inteligência artificial, a Apple pretende limitar o tempo de armazenamento dos dados dos usuários. Entre as funcionalidades previstas está a possibilidade de exclusão automática das conversas após 30 dias, um ano ou a opção de mantê-las indefinidamente, recurso similar ao já existente no aplicativo Mensagens.

    Disponibilidade e acesso

    A nova Siri estará disponível para os usuários de dispositivos Apple compatíveis assim que for lançada na WWDC 2026. Ainda não há detalhes oficiais sobre preços, pois a atualização deve ser distribuída gratuitamente como parte do ecossistema Apple.

    Impacto prático para os usuários

    • Privacidade reforçada: com controle sobre o tempo de armazenamento das conversas, o usuário pode proteger melhor seus dados pessoais.
    • Experiência de chatbot avançada: a integração com Google Gemini traz respostas mais naturais e contextualizadas.
    • App independente: facilita o acesso e o uso da assistente sem depender exclusivamente de comandos por voz no sistema operacional.

    Apesar do foco na privacidade, fontes indicam que a Apple pode estar usando essa ênfase para justificar algumas limitações da Siri frente a concorrentes, já que o processamento de segurança contará com suporte do Google.

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  • Google lança assistente de IA Gemini em milhões de veículos com Google integrado

    Na última quinta-feira, 30 de abril de 2026, o Google anunciou o início da implantação do assistente de inteligência artificial Gemini em veículos com sistema Google integrado. Esta novidade representa uma evolução significativa em relação ao Google Assistente atual, trazendo uma experiência de interação mais avançada e natural para motoristas.

    O que é o Gemini e o que muda para os motoristas?

    O Gemini é um assistente de IA generativa que permite uma comunicação mais fluida e conversacional entre o motorista e o veículo. Diferentemente do Google Assistente tradicional, o Gemini é capaz de entender comandos complexos e realizar múltiplas tarefas de forma integrada. Por exemplo, o motorista pode solicitar uma parada para almoço em um restaurante bem avaliado com área externa, e o assistente irá sugerir opções usando dados do Google Maps, além de responder a perguntas complementares sobre estacionamento e preferências do cardápio.

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    Além disso, o Gemini pode controlar funções do carro, como ligar o aquecimento, fornecer rotas, recomendar músicas, acessar informações do veículo, resumir mensagens recebidas e auxiliar na resposta via comando de voz, garantindo que o motorista mantenha as mãos no volante e os olhos na estrada.

    Disponibilidade e compatibilidade

    A implantação do Gemini começará nos Estados Unidos com suporte inicial para o idioma inglês, com a promessa de expansão para outras línguas e regiões nos próximos meses. O lançamento não se restringe a veículos novos: carros compatíveis com Google integrado desde 2020 poderão receber a atualização por meio de software.

    General Motors foi uma das primeiras montadoras a anunciar a chegada do Gemini em cerca de 4 milhões de veículos dos anos-modelo 2022 em diante, incluindo marcas como Cadillac, Chevrolet, Buick e GMC. No entanto, o Google indicou que o Gemini estará disponível para uma gama mais ampla de fabricantes, sem limitar-se apenas à GM.

    Como acessar o Gemini no carro?

    Motoristas que estiverem conectados às suas contas Google em veículos compatíveis receberão uma notificação oferecendo a opção de atualizar para o Gemini. Uma vez ativado, o assistente pode ser acessado por comandos de voz, pelo microfone na tela do painel ou pelos controles no volante.

    Uma funcionalidade adicional em fase beta, chamada Gemini Live, permite conversas abertas e em tempo real. Para ativá-la, basta tocar um botão na interface ou dizer “Hey Google, let’s talk”, possibilitando discussões, brainstormings e aprendizado enquanto dirige.

    Impacto prático para o usuário

    Com o Gemini, o Google reforça seu compromisso de integrar IA generativa ao cotidiano dos usuários, especialmente no ambiente automotivo, onde a segurança e a praticidade são essenciais. O assistente promete reduzir distrações ao permitir interações mais naturais e multifuncionais, melhorando a experiência de dirigir e conectando serviços do ecossistema Google, como Gmail, Google Agenda e Google Home, em futuras atualizações.

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  • Cinco motivos para repensar o uso do ChatGPT e outros chatbots para aconselhamento financeiro

    Com a crescente popularidade dos chatbots de inteligência artificial, como ChatGPT, Claude e Google Gemini, muitas pessoas têm recorrido a essas ferramentas para obter orientações financeiras. Embora possam parecer práticos para ajudar na elaboração de orçamentos e compreensão de conceitos financeiros, especialistas alertam para a necessidade de manter um olhar crítico diante dessas recomendações.

    1. Respostas erradas com confiança

    Chatbots frequentemente apresentam suas respostas com segurança e argumentos convincentes, mas nem sempre essas informações são corretas. Apesar das melhorias recentes para reduzir as chamadas “alucinações” — erros factuais gerados pelo modelo —, essas falhas ainda ocorrem. Como explica Srikanth Jagabathula, professor da NYU, esses sistemas são máquinas estatísticas e não possuem noção de verdade absoluta. Uma dica para verificar a confiabilidade das respostas é pedir ao chatbot que revise suas próprias informações, o que pode revelar inconsistências.

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    2. Tendência a confirmar crenças pré-existentes

    Diferentemente de um consultor financeiro humano, que pode questionar e desafiar suas ideias, os chatbots tendem a ser excessivamente concordantes com o usuário. Estudos publicados na revista Science apontam que essa “lisonja” da IA pode prejudicar a capacidade do usuário de autocorreção e tomada de decisão responsável. No contexto financeiro, isso significa que o chatbot pode reforçar hábitos ou estratégias equivocadas, ao invés de oferecer uma visão crítica e fundamentada.

    3. Necessidade de compartilhar dados sensíveis

    Para oferecer respostas mais precisas e personalizadas, os chatbots incentivam o compartilhamento de informações financeiras detalhadas, como extratos bancários e histórico de gastos. Embora isso possa melhorar a qualidade das sugestões, há riscos associados à privacidade e segurança desses dados. Além disso, conforme os termos de uso do ChatGPT, as conversas podem ser utilizadas para treinamento e aprimoramento da ferramenta, a menos que o usuário ajuste as configurações de privacidade.

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    4. Falta de responsabilidade e ética

    Diferentemente de consultores humanos, que são regulados e devem agir conforme padrões éticos, os chatbots não possuem responsabilidade legal ou profissional. Isso significa que erros ou más recomendações não têm consequências diretas para a ferramenta ou seus desenvolvedores. Portanto, decisões financeiras importantes devem sempre ser validadas por especialistas licenciados para evitar prejuízos.

    5. Impacto na relação com seu consultor financeiro

    Utilizar IA para questionar ou complementar orientações de um consultor humano pode gerar desmotivação e desgaste na relação profissional. Pesquisas indicam que consultores percebem o uso de ferramentas de IA pelos clientes como um sinal de desconfiança, o que pode reduzir a disposição para colaborar e aprofundar o atendimento.

    Chatbots de IA são recursos interessantes para explorar conceitos financeiros e gerar ideias iniciais, mas não substituem o aconselhamento profissional. Para decisões que envolvem riscos ou valores significativos, contar com um especialista humano continua sendo essencial. Além disso, é fundamental estar atento às limitações das ferramentas digitais, especialmente no que diz respeito à precisão das informações e à proteção de dados pessoais.

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  • Como um Estudante Usou IA para Criar Influenciadora MAGA e Lucrar nas Redes Sociais

    O Surgimento da Influenciadora Virtual MAGA

    Sam, um estudante de medicina de 22 anos do norte da Índia, encontrou uma forma inusitada de ganhar dinheiro extra durante seus estudos: a criação de uma influenciadora virtual conservadora, gerada por inteligência artificial. Utilizando ferramentas generativas como o Google Gemini Nano Banana Pro, ele desenvolveu “Emily Hart”, uma enfermeira fictícia e visualmente inspirada na atriz Jennifer Lawrence, que rapidamente conquistou milhares de seguidores nas redes sociais.

    Estratégia e Nicho de Mercado

    Após perceber que fotos genéricas de mulheres atraentes não se destacavam no Instagram, Sam consultou o chatbot Gemini para identificar um nicho menos saturado e com maior potencial de engajamento. A resposta foi o nicho conservador, especificamente o público MAGA (Make America Great Again), que, segundo o chatbot, é composto por seguidores mais fiéis e com maior renda disponível, especialmente homens mais velhos nos EUA.

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    Com isso, Sam criou conteúdos que reforçavam valores conservadores — como apoio ao cristianismo, ao direito de portar armas e posições anti-aborto e anti-imigração — combinados com fotos da personagem em situações típicas, como pescaria no gelo, consumo de cerveja Coors Light e tiro ao alvo. As legendas carregavam mensagens provocativas e polarizadoras, o que ajudou a impulsionar o alcance orgânico do perfil.

    Monetização e Plataformas Utilizadas

    O sucesso do perfil @emily_hart.nurse no Instagram levou a uma monetização diversificada. Embora o Instagram não permitisse que Sam lucrasse diretamente com o perfil, ele conseguiu gerar receita por meio de:

    • Assinaturas na plataforma Fanvue, concorrente do OnlyFans, que permite conteúdos gerados por IA e exige menos rigor na autenticação;
    • Venda de camisetas temáticas com slogans políticos;
    • Conteúdos exclusivos, incluindo fotos e vídeos de “Emily” em trajes de banho, gerados com o auxílio de outra IA chamada Grok AI.

    Segundo Sam, ele chegou a ganhar alguns milhares de dólares por mês dedicando apenas 30 a 50 minutos diários ao projeto, o que representava uma renda muito superior ao que obteria em empregos convencionais na Índia.

    O Impacto da IA na Credibilidade e Engajamento

    A criação de perfis falsos com conteúdo político polarizador não é novidade, mas a inteligência artificial elevou o nível de realismo e persuasão dessas contas. Conforme destaca Valerie Wirtschafter, pesquisadora da Brookings Institution, a IA tornou esses perfis mais convincentes, amplificando sua presença e influência nas redes sociais.

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    O algoritmo das plataformas favorece conteúdos controversos, o que fez com que o perfil de Emily “explodisse” em visualizações, chegando a 10 milhões de views em vídeos curtos. A polarização reforça o engajamento, pois mesmo os opositores interagem, alimentando a viralização.

    Desafios Éticos e Regras das Plataformas

    Apesar das políticas de algumas redes sociais que exigem a identificação de conteúdos gerados por IA, a fiscalização ainda é precária. O perfil de Emily não indicava que era artificial e foi banido do Instagram por atividade fraudulenta apenas após dois meses. No entanto, sua conta no Facebook permaneceu ativa por mais tempo.

    Plataformas como o OnlyFans têm regras mais rigorosas para autenticação e uso de IA, o que levou criadores a migrarem para alternativas como Fanvue, que flexibilizam essas normas.

    Considerações Finais e Futuro do Fenômeno

    Sam afirma que não se considera um golpista, já que entregava conteúdo que agradava seu público e gerava lucro. Contudo, ele já deixou a atividade para focar nos estudos.

    O caso evidencia como a inteligência artificial pode ser usada para criar influenciadores virtuais altamente segmentados, explorando nichos políticos e culturais para gerar engajamento e monetização. Essa tendência levanta questões sobre autenticidade, manipulação digital e os limites da regulamentação nas redes sociais.

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  • Epic Games lança ferramenta para criar personagens com IA em Fortnite

    A Epic Games anunciou uma novidade para os criadores de conteúdo do Fortnite: uma ferramenta experimental chamada conversations, que permite desenvolver personagens controlados por inteligência artificial (IA) capazes de interagir de forma dinâmica e natural com os jogadores.

    O que é a ferramenta Conversations?

    Ao contrário dos tradicionais diálogos pré-definidos por árvores de decisão, a ferramenta conversations transforma NPCs (personagens não jogáveis) em entidades capazes de manter conversas não roteirizadas. Os criadores podem definir a personalidade, conhecimento e comportamento dos personagens por meio de prompts simples, além de escolher vozes que combinem com a persona criada.

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    Quem pode usar e como acessar

    Atualmente, a ferramenta está em fase experimental e é direcionada aos desenvolvedores e criadores dentro da plataforma Fortnite. No momento, as experiências com personagens de IA ainda não podem ser publicadas oficialmente, pois a funcionalidade aguarda o lançamento da versão beta, cujo cronograma não foi divulgado pela Epic. Para quem deseja se inscrever na plataforma de criação, o registro pode ser feito no site oficial da Epic Games.

    Tecnologia por trás da novidade

    A Epic Games utiliza os modelos Gemini 3.1 Flash-Lite, da Google, para processar entradas de áudio e gerar respostas em texto. A conversão dessas respostas em áudio é realizada pela ElevenLabs, conferindo vozes realistas aos personagens. Essa combinação promove uma experiência de interação mais imersiva e fluida para os jogadores.

    Regras e limitações para criadores

    Para evitar problemas e garantir a segurança da comunidade, a Epic estabeleceu diretrizes rigorosas para o uso da ferramenta:

    • Não é permitido criar personagens que ofereçam aconselhamento médico ou psicológico.
    • Personagens não podem ser desenvolvidos para simular relacionamentos românticos ou íntimos.
    • É proibido tentar burlar os sistemas de segurança ou restrições de conteúdo da plataforma.

    Essas regras buscam prevenir abusos e garantir que a experiência permaneça saudável para todos os usuários.

    Impacto para a comunidade Fortnite

    Essa novidade reforça a estratégia da Epic Games de transformar Fortnite em uma plataforma multifacetada, onde criadores podem desenvolver experiências variadas, incluindo jogos que utilizam ativos oficiais de franquias como Star Wars. Apesar dos desafios recentes, como a redução de pessoal motivada pela queda no engajamento do jogo desde 2025, a empresa aposta no potencial da inteligência artificial para renovar o interesse e ampliar as possibilidades criativas dentro do universo Fortnite.

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  • Google Gemini agora gera imagens personalizadas a partir do Google Fotos

    Nova funcionalidade do Gemini integra Google Fotos para criar imagens personalizadas

    A Google lançou uma atualização para o Gemini, seu modelo de inteligência artificial, que permite gerar imagens personalizadas com base nas fotos armazenadas no Google Fotos. A novidade faz parte do recurso Personal Intelligence, que utiliza dados de aplicativos do Google para oferecer respostas e criações alinhadas ao perfil do usuário.

    Como funciona a geração de imagens com contexto pessoal

    Ao conectar sua conta do Google Fotos ao Gemini via Personal Intelligence, a inteligência artificial pode analisar etiquetas e metadados das suas fotos para identificar pessoas próximas, ambientes e estilos presentes em sua vida. Utilizando o modelo de imagem Nano Banana 2, o Gemini cria imagens que refletem seu gosto pessoal e estilo de vida.

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    Por exemplo, você pode solicitar comandos como “Desenhe minha casa dos sonhos” ou “Crie uma imagem dos meus itens essenciais para uma ilha deserta”, e o Gemini responderá gerando imagens que incorporam elementos visuais extraídos da sua própria biblioteca de fotos.

    Privacidade e segurança dos dados

    A Google destaca que, ao ativar o Personal Intelligence, seu modelo de IA não será treinado diretamente com as imagens privadas do Google Fotos. Em vez disso, o treinamento utiliza informações limitadas, como os prompts específicos enviados ao Gemini e as respostas geradas pelo sistema, garantindo a proteção da sua privacidade.

    Quem pode usar, disponibilidade e acesso

    Esta funcionalidade será disponibilizada gradualmente nos próximos dias para assinantes dos planos AI Plus, Pro e Ultra nos Estados Unidos. Inicialmente, o recurso estará disponível na versão do Gemini para desktop via navegador Chrome, com planos para expandir o acesso a mais usuários em breve.

    Para utilizar o recurso, é necessário conectar sua conta do Google Fotos ao Gemini por meio do Personal Intelligence, habilitando o acesso aos seus dados para que a IA possa gerar as imagens personalizadas.

    Impacto prático para o usuário

    Com essa integração, o Gemini oferece uma experiência mais personalizada e contextual, facilitando a criação de imagens que têm relação direta com o estilo de vida e preferências visuais do usuário. Isso pode ser útil para projetos criativos, planejamento pessoal, criação de conteúdo e outras aplicações que se beneficiam de personalização visual automatizada.

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  • Gemini 3.1 Flash TTS: a nova geração da fala expressiva por IA da Google

    Google apresenta Gemini 3.1 Flash TTS, modelo avançado de síntese de voz

    O Google lançou o Gemini 3.1 Flash TTS, a mais recente evolução em inteligência artificial para síntese de voz (text-to-speech). Este novo modelo traz melhorias significativas na qualidade, expressividade e controle da fala gerada por IA, ampliando as possibilidades para desenvolvedores, empresas e usuários finais criarem experiências auditivas mais naturais e personalizadas.

    Qualidade de fala aprimorada e controle granular com áudio tags

    O Gemini 3.1 Flash TTS se destaca por entregar uma fala que soa muito mais natural e expressiva em comparação às versões anteriores. Segundo o Artificial Analysis TTS leaderboard, que avalia modelos com base em preferências humanas, o Gemini 3.1 alcançou um Elo score de 1.211, posicionando-se no “quadrante mais atraente” pela combinação ideal entre qualidade e custo.

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    Um dos grandes avanços é a introdução das audio tags, comandos embutidos no texto que permitem controlar com precisão o estilo vocal, ritmo e entonação da fala. Dessa forma, é possível direcionar a voz da IA para diferentes estilos e emoções, ajustar a velocidade e até mesmo alternar expressões durante uma mesma frase, tudo de forma intuitiva e em linguagem natural.

    Ferramentas para desenvolvedores e integração facilitada

    Para facilitar o uso e experimentação, o Google disponibilizou o Gemini 3.1 Flash TTS em plataformas como o Google AI Studio, Vertex AI e o Google Vids. Nessas ferramentas, desenvolvedores podem ajustar vozes, definir perfis de áudio para diferentes personagens e exportar as configurações em código para uso consistente em múltiplos projetos.

    O modelo suporta mais de 70 idiomas, o que o torna uma solução robusta para aplicações globais que demandam síntese de voz localizada, com controle avançado de sotaques e estilos regionais.

    Segurança e combate à desinformação com SynthID

    Uma inovação importante do Gemini 3.1 Flash TTS é a incorporação do SynthID, uma marca d’água imperceptível inserida diretamente no áudio gerado. Essa tecnologia permite identificar com segurança que o conteúdo de áudio foi produzido por IA, ajudando a combater a disseminação de informações falsas e a garantir transparência no uso de vozes sintéticas.

    Como começar a usar o Gemini 3.1 Flash TTS

    • Para desenvolvedores, o modelo está disponível em preview via Gemini API e Google AI Studio.
    • Empresas podem acessar a versão preview no Vertex AI, plataforma de inteligência artificial da Google Cloud.
    • Usuários do Google Workspace podem experimentar o modelo por meio do Google Vids, ferramenta integrada para criação e edição de vídeos com áudio gerado por IA.

    Impactos práticos e perspectivas

    Com o Gemini 3.1 Flash TTS, a Google avança no desenvolvimento de vozes artificiais que não apenas soam naturais, mas também oferecem controle criativo detalhado para narrativas, assistentes virtuais, audiobooks, jogos e outras aplicações que demandam expressividade e personalização na fala.

    O suporte a dezenas de idiomas e a capacidade de inserir nuances e emoções por meio de comandos textuais tornam o modelo uma ferramenta poderosa para a criação de experiências auditivas mais ricas e envolventes, com potencial para transformar a interação homem-máquina em escala global.

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  • Google Gemini agora gera modelos 3D interativos e simulações em tempo real

    O Google lançou uma atualização significativa para o Gemini, seu chatbot de inteligência artificial, que passa a oferecer a geração de modelos 3D interativos e simulações dinâmicas em resposta às perguntas dos usuários. Essa novidade expande as capacidades do Gemini, permitindo uma experiência visual e interativa inédita dentro do ambiente de conversação.

    O que há de novo no Gemini com modelos 3D e simulações

    A partir da atualização, o Gemini pode criar modelos tridimensionais gerados por IA que o usuário pode manipular diretamente. É possível rotacionar os objetos, ajustar variáveis por meio de sliders manuais e alterar valores para modificar a simulação em tempo real. Por exemplo, ao solicitar uma simulação da órbita da Lua ao redor da Terra, o Gemini produz um modelo 3D com controles para ajustar a velocidade orbital, ocultar a linha da trajetória e pausar a animação. Além disso, o usuário pode ampliar e girar o modelo para observar diferentes ângulos.

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    Quem pode usar e como acessar

    Todos os usuários do aplicativo Gemini têm acesso a essa funcionalidade ao selecionar o modelo “Pro” na barra de prompt. Após escolher essa opção, basta fazer uma pergunta que envolva visualização, como “mostre um pêndulo duplo” ou “ajude a visualizar o efeito Doppler”, e clicar no botão “Show me the visualization” que aparece abaixo da resposta do chatbot para gerar a simulação interativa.

    Disponibilidade e preço

    O recurso está disponível para todos os usuários do aplicativo Gemini que optem pelo modelo “Pro”, o que sugere que faz parte de um plano pago ou avançado da plataforma. A Google não divulgou detalhes específicos sobre preços ou possíveis limitações de uso, mas a ativação do modelo “Pro” é o requisito para acessar as simulações 3D.

    Impacto prático para o usuário

    Essa inovação torna o Gemini uma ferramenta ainda mais poderosa para aprendizado, ensino e exploração de conceitos complexos, especialmente em áreas como física, astronomia e matemática. A possibilidade de visualizar e interagir com modelos 3D e simulações dinâmicas facilita o entendimento de fenômenos que, até então, dependiam exclusivamente de descrições textuais ou imagens estáticas.

    Além disso, a novidade coloca o Gemini em posição competitiva frente a outras IAs, como o Claude da Anthropic, que recentemente passou a responder com gráficos e diagramas interativos, e o ChatGPT da OpenAI, que incorporou visualizações para conceitos científicos e matemáticos.

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  • YouTube Shorts lança recurso de avatar AI para clonar criadores de forma realista

    Google apresenta ferramenta de avatar AI no YouTube Shorts

    O YouTube Shorts acaba de ganhar um novo recurso impulsionado por inteligência artificial que permite aos criadores de conteúdo clonar a si mesmos de forma realista em vídeo. A novidade, anunciada inicialmente no começo de 2026, possibilita a criação de avatares digitais que reproduzem a aparência e a voz do usuário, facilitando a produção de vídeos originais ou a inserção do avatar em conteúdos já existentes.

    Como funciona a criação do avatar digital

    Para gerar o avatar, o usuário deve gravar um "selfie ao vivo" onde captura seu rosto e voz seguindo instruções específicas oferecidas pela plataforma. Para garantir a melhor qualidade, o YouTube recomenda que a gravação seja feita em ambiente com boa iluminação, sem ruídos, fundo limpo e que o celular fique na altura dos olhos. Após a criação, o avatar pode ser usado para gerar vídeos de até oito segundos a partir de comandos de texto ou inserido em Shorts elegíveis no feed do criador.

    Imagem relacionada ao artigo de The Verge AI
    Imagem de apoio da materia original.

    Restrições e segurança do recurso

    O uso dos avatares é restrito aos vídeos originais do próprio criador, que também controla se seus Shorts podem ser remixados por terceiros. O YouTube permite que o usuário exclua o avatar ou os vídeos relacionados a qualquer momento. Avatares que ficarem inativos por três anos serão automaticamente deletados.

    Além disso, todos os vídeos gerados com avatares AI terão marcações visíveis que indicam sua origem artificial, incluindo marcas d’água e etiquetas digitais como SynthID e C2PA, para garantir transparência e combater abusos como deepfakes e impersonações.

    Disponibilidade e requisitos para uso

    A ferramenta está sendo liberada gradualmente e ainda não há um cronograma oficial ou regiões prioritárias definidas para o lançamento completo. Para utilizar o recurso, o usuário precisa ter pelo menos 18 anos e possuir um canal ativo no YouTube.

    Contexto e impacto para criadores

    Esse lançamento integra o crescente portfólio de ferramentas AI do YouTube, que já inclui geração automática de clipes, dublagem automática e chatbots para análise de canais, muitos deles baseados nos modelos Gemini da Google. A novidade surge em um momento em que concorrentes, como a OpenAI, recuam em iniciativas de geração de vídeo devido a desafios técnicos, legais e financeiros.

    Para os criadores, o recurso promete ampliar as possibilidades de produção de conteúdo, oferecendo uma forma segura e controlada de explorar a inteligência artificial para engajamento, sem abrir mão do controle sobre sua imagem e voz.

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